10 exemplos de tecnologia antiga que estamos esquecendo

A revolução digital é rápida e a tecnologia antiga acaba ficando desconhecida para as pessoas mais jovens

12/12/2018 às 9:00

Não há dia em que não surja uma novidade tecnológica, um avanço incrível. E o que isso significa? Certamente o fim de vários produtos que usam tecnologia antiga. São tantos os avanços que uma grande quantidade de coisas antes importantes sumiram de nosso cotidiano.

Em resumo, agora elas marcham rapidamente para o esquecimento. Você deve conhecer alguns exemplos. Entretanto, há crianças que nunca ouviram falar deles. Além disso, em alguns anos, toda essa tecnologia antiga estará esquecida. Vamos conhecer mais sobre essa tecnologia antiga?

Tecnologia antiga

10. Disquetes

No início, a partir dos anos 1970, os computadores pessoais não tinham memória interna. Aliás, eram os primeiros modelos no mercado. Para armazenar trabalhos (textos, basicamente), eram utilizados disquetes que se inseriam nos computadores. Os primeiros disquetes tinham 5 ¼ polegadas de diâmetro, entretanto armazenavam no máximo 1,2 MB, quase nada na realidade de hoje. Eles eram de plástico fino, macio e bem flexível.

Depois vieram os disquetes de 3 ½ polegadas, certamente mais rígidos e duráveis. Sua capacidade máxima de armazenamento chegou a 5,76 MB. Aliás, mesmo depois do surgimento do HD, os disquetes continuaram sendo usados para transporte de arquivos de um computador para outro, antes do surgimento das redes e da internet.

Apesar do disquete não ser mais usado na forma física, vale lembrar que a figura dele é usada até hoje, como o botão salvar. Se transformou em um simbolo internacional para salvar documentos.

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Os velhos disquetes de 5¼ e 3½ polegadas.

9. Pager

Outra tecnologia antiga que eventualmente os mais novos desconhecem: o pager. Criado nos anos 1950, esse pequeno receptor de rádio se tornou muito popular nos anos 1980 e 1990. Aliás, eram um símbolo de status: todo profissional importante devia ter um pendurado no cinto para receber mensagens.

Afinal, o celular acabou com os pagers, mas não inteiramente: em hospitais e salas de emergência eles ainda são usados. É que, para o envio e recebimento de mensagens urgentes, eles são mais eficazes que os smartphones. Uma vez que a recarga de celulares requer eletricidade e leva mais tempo. Já os pagers são a bateria.

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Pagers ainda são usados em serviços de emergência de hospitais.

8. Fitas cassete

Lá pelos anos 1970 as fitas cassete eram o máximo para guardar e ouvir música. Assim, você comprava um disco (de vinil, com 12 músicas), e o gravava em uma fita cassete, junto com outros. Certamente era melhor, porque os discos tinham até 36 minutos de músicas, enquanto as fitas podiam armazenar 120 minutos.

Os aparelhos de som doméstico tinham tocadores de fita cassete e nos carros também podia ser instalado um equipamento específico. Contudo, essa tecnologia antiga foi perdendo fôlego, começou a morrer com o surgimento dos CDs e saiu completamente do mercado em 2007.

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As fitas cassete podiam ser ouvidas no som do carro.

7. Slides e projetores

Muito antes da era digital o projetor de slide era certamente a ferramenta para compartilhar memórias. Nessa tecnologia antiga, você fazia slides de sua família, de suas viagens, dos amigos, enfim, de tudo.

Entretanto, o que era isso? Fotografias em um filme colorido e em positivo. Essas fotos em 35 milímetros eram então montadas numa pequena armação de papelão e essas eram reproduzidas por um projetor. Uma luz forte reproduzia a imagem colorida em uma tela ou parede, no tamanho que se quisesse. Em princípio, toda família que recebesse visitas deveria oferecer uma sessão de projeção de slides.

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Os slides e o projetor: importantes nas reuniões familiares.

6. Vídeo cassete

Afinal, como se assistia a um filme em casa antes do streaming? Com o velho e bom vídeo cassete. Os filmes eram gravados em uma fita dentro de uma caixa e inseridos no tocador de vídeo cassete. Assim eles eram reproduzidos no televisor. Você alugava filmes na vídeo locadora. Mas também podia comprar fitas virgens e gravar programas de tevê.

Na época era máximo! A imagem e o som frequentemente eram sofríveis, mas quem se importava? O vídeo cassete morreu afinal com a chegada ao mercado de algo bem melhor – mas também já obsoleto: o DVD.

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O vídeo cassete e o aparelho que o reproduzia em um televisor.

5. Discos de vinil

Ah, ouvir música! Que coisa boa! Desde 1890 as músicas eram gravadas em discos pretos. Aliás, inicialmente de goma laca e depois de vinil, que surgiram em 1948. Sua capacidade variava, entretanto, de acordo com a rotação: em primeiro lugar os de 78 rotações por minuto, que tinham uma música em cada lado. Em segundo lugar os de 45 RPM, que tinham duas por lado. Em terceiro lugar os de 33 RPM, chamados long play, com 18 minutos de música por lado (seis músicas, em média).

Eles eram ouvidos nas salas de estar das residências em aparelhos chamados vitrola ou toca discos. Ainda hoje cultuada e com um nicho de mercado, a tecnologia antiga do disco de vinil cedeu espaço, a partir de 1982, ao CD.

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Vitrolas e discos de vinil reinaram por várias décadas.

4. Máquinas de escrever

Ferramenta indispensável durante um longo período de tempo em toda empresa e em muitas residências, esta tecnologia antiga foi esmagada pelo computador: a máquina de escrever. Certamente muitos jovens nunca viram uma. Você escrevia apertando uma tecla que forçava uma haste com um caractere contra uma fita com tinta, que assim era impressa em uma folha de papel.

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Este modelo de máquina de escrever era muito usado em redações de jornais e revistas.

3. Telefones de disco

Em suma: quase nenhuma criança reconhece um telefone de disco. Completamente analógicos, esses modelos faziam a ligação telefônica de uma maneira diferente. Você inseria o dedo no número desejado e depois o girava (em sentido horário, aliás) até o batente. E repetia para cada algarismo do número com o qual queria falar. Daí veio a expressão “discar”. O telefone de disco foi utilizado, portanto, desde 1919 até a implantação do sistema de teclado, a partir da década de 1960.

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Inicialmente pretos e pesados, somente no fim de seu ciclo os telefones de disco começaram a ficar coloridos.

2. DVD e Blue Ray

Em resumo, essa tecnologia é até mais recente, mas mesmo assim está morrendo e será esquecida. O DVD e seu sucessor de maior definição, o Blue Ray, representaram um grande avanço no prazer de assistir filmes. Mas, afinal, quem ainda os usa depois do surgimento dos serviços de streaming? O DVD e o Blue Ray foram vítimas da internet, e por isso tiveram vida curta.

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DVD players foram fabricados em vários formatos, até para uso em automóveis.

1. Rádios de pilha

Na primeira metade do século passado os rádios domésticos eram aparelhos relativamente grandes e fixos. Era assim: as famílias se uniam ao redor do rádio para ouvir música, notícias, novelas ou transmissões de jogos de futebol. Mas. na década de 1950 foi inventado o transistor e com ela surgiu o pequeníssimo rádio de pilha.

Lançado no mercado por empresas japonesas em 1957, o rádio de pilha virou sucesso mundial. Eram baratos e, além disso, cada pessoa podia ter seu próprio rádio que o acompanhava a todo lugar. Você ainda pode eventualmente achar algum no mercado, mas eles foram mortos pelos telefones celulares e seus receptores próprios de rádio.

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Com milhares de modelos, os rádios de pilha estavam em todos os lugares

Aliás, junto com tecnologias morrem também sons. Não deixe de ler o artigo Museu virtual preserva os sons que estão desaparecendo. E Siga conosco no Vivo Tech!

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