Cuidado com as ondas de radiofrequência do seu smartphone

Departamento de saúde pública da Califórnia sugere novos hábitos para diminuir efeitos da radiofrequência dos smartphones sobre o corpo humano.

05/01/2018 às 9:00

Seu smartphone, os televisores da sua casa e os rádios dos automóveis, só para dar alguns poucos exemplos, não realizam o tráfego de informações entre si e com antenas sem a radiofrequência. Graças a essa forma de energia nos comunicamos e nos informamos por diferentes canais. Ao mesmo tempo que a radiofrequência proporciona inúmeros benefícios para todos, ela exige de seus usuários alguns cuidados sobre a exposição frequente às ondas emitidas pelos dispositivos.

O departamento de saúde pública da Califórnia emitiu um comunicado que reúne os resultados de diversas pesquisas sobre a exposição a radiofrequência por seres humanos e, a partir disso, consolidou um documento pelo qual faz algumas recomendações principalmente para usuários de smartphones.

Muita calma. Você não precisa deixar de usar nenhum aparelho eletrônico que emita ondas de radiofrequência. São apenas algumas recomendações para momentos de uso e descanso. Pois, mesmo em inércia, aparelhos que se comunicam com antenas ou entre si e dependem de radiofrequência seguem emitindo ondas.

Alguns exemplos desses momentos de inércia: quando você está tomando um café e o smartphone está no bolso, quando você está dormindo e o smartphone é posto no criado-mudo ao lado da cama, enquanto você trabalha e mantém o telefone sobre a mesa.

Para esses momentos e muitos outros em que o smartphone inativo ou não está próximo de você, as recomendações do departamento de saúde pública da Califórnia são as seguintes:

Ao falar no telefone

Quando você utiliza o serviço de voz em uma ligação comum, prefira utilizar os fones de ouvido ou, caso o ambiente que você está enquanto recebe a ligação possibilite, opte pelo recurso de viva voz do telefone. Isso evita que o seu cérebro receba emissões diretas de ondas. Vale ressaltar que, quando em uso, a emissão de ondas pelo smartphone é bem mais intensa.

Descanso

Quando você não está utilizando o smartphone, por conta de um deslocamento ou simplesmente por que você já fez tudo o que precisava e quer relaxar, evite mantê-lo no bolso. Carregue em uma mochila ou bolsa. Como já dissemos, mesmo em inércia o telefone segue emitindo ondas.

Mas por quê?

Seu cérebro é o órgão que mais sente a intensidade das ondas de radiofrequência. Os efeitos da exposição frequente podem ser, por exemplo, dores de cabeça e dificuldades com o sono. Mas, muito importante: Isso pode variar de usuário para usuário e de acordo com o tempo a que cada um fica exposto às ondas.


Fonte: Digital Trends

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