Tecnologia na medicina: área da saúde tem futuro promissor e repleto de inovação

Pesquisas para curar doenças graves, pílulas digitais, robôs, dispositivos e aplicativos contribuem com a evolução do setor.

05/02/2018 às 16:54

Sabe-se que a longevidade, atualmente, beira os 100 anos. Muitas pessoas sonham em chegar a essa idade ou até superar a marca, mas para isso, ter disposição física e mental é determinante. Levando em consideração que a tecnologia na medicina está em alta, não fica difícil imaginar que viver por muito tempo e bem, logo, será realidade.

Inovações que vão desde a conexão entre médico e paciente até projetos de inteligência artificial, realidade virtual e impressão 3D já existem. Pesquisas, descobertas e protótipos surgem a cada novo dia.

Os avanços da tecnologia na medicina

Recentemente, cientistas chineses anunciaram uma tecnologia, que através da edição de genes, pode ser aplicada na cura de temidas doenças como câncer e HIV. O estudo ainda é recente, mas torna o debate entre pesquisadores orientais e ocidentais realidade. Sem falar, na esperança que carrega ao ser noticiado por grandes veículos como o The Wall Street Journal.

Outro avanço que chama atenção são as pílulas digitais. Esses “comprimidos inteligentes” prometem revolucionar o mercado farmacêutico, pois garantem que o tratamento está sendo seguido a risca. Como? Quando o paciente ingere a “pílula digital”, o médico e os familiares são automaticamente informados via aplicativo. De acordo com a plataforma StartSe, a tecnologia foi aprovada pela agência regulatória dos EUA, e está sendo utilizada em medicamentos para esquizofrenia. Em breve, ainda será disponibilizada para diabetes e tratamentos do coração.

Robôs e dispositivos também fazem parte dessa evolução toda

No quesito robôs, diferentes tipos executam funções importantes. No Brasil, grandes hospitais já contam com esse tipo de auxílio no processo cirúrgico. A unidade hospitalar premium da Beneficência Portuguesa de São Paulo, por exemplo, acaba de adquirir o robô da Vinci Xi Surgical System. O modelo faz parte da última geração do equipamento destinado à realização de intervenções cirúrgicas minimamente invasivas.

Agora, se você tem medo de tirar sangue, ao que tudo indica esse pesadelo está com os dias contados. A Seventh Sense Biosystems desenvolveu um dispositivo que faz a coleta sem agulha. Isso mesmo! 

Foto do dispositivo TAP no braço de um paciente

Imagem: divulgação

Com o TAP, o profissional da saúde só precisa limpar a área, prender o aparelho ao braço do paciente e apertar o botão para ligá-lo. Um total de 30 agulhas bem fininhas penetram as camadas mais superficiais da pele. O procedimento dura em média dois minutos, e revoluciona a coleta de sangue, pois não dói nada.

Aplicativos de saúde e bem-estar

Os aplicativos também são bons aliados quando o assunto é tecnologia na medicina. Tem aqueles para lembrar de tomar água ou o seu medicamento diário. Outros facilitam o agendamento e status de consultas. Eis que a Apple chega com uma atualização do Healthcare que o torna extremamente completo.

Foto da tela de um smartphone mostrando o aplicativo Healthcare

Imagem: divulgação

Na versão 11.3 do iOS, o app traz a sessão Health Records que permite organizar e visualizar todo seu histórico médico. Para tornar isso possível, a Apple está realizando parcerias com clínicas e hospitais. Alguns hospitais já disponibilizam documentos em sites ou por e-mail, e a ideia da Apple é fazer disso um processo automático – e no próprio aplicativo. Dessa forma, toda vez que um médico atualizar a sua ficha, você receberá uma notificação de novo dado. E mais: tudo isso protegido por criptografia, de forma que uma senha de acesso garante total segurança.

E por que não falar em saúde mental? Existem tecnologias nessa área da medicina também. O Cíngulopor exemplo, é um aplicativo brasileiro que segue técnicas de autoterapia. Através de textos curtos, vídeos e áudios, o app instiga a reflexão. O conteúdo e os procedimentos foram baseados em diversos estudos científicos, realizados ao longo de dez anos. Ou seja, o aplicativo foi construído e testado por pessoas da área e que, por ser tão eficiente, já está sendo utilizado como complemento às sessões tradicionais de terapia.

Enfim! Todas essas informações trazem uma visão macro sobre a tecnologia na medicina. Agora, imagina a infinidade de possibilidades ao observar tudo isso em um microscópio? Sem dúvida, o futuro do segmento saúde é promissor e repleto de inovação.

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